
De acordo com a revista Exame, a H&M, gigante sueca do varejo de roupas, estuda a aquisição das operações da concorrente holandesa C&A. Avaliada em aproximadamente 60 bilhões de dólares e com faturamento de 20 bilhões de dólares no ano passado, a H&M concorre diretamente com a espanhola Zara pela liderança do mercado mundial de um segmento que ficou conhecido como “fast fashion”.
As operações da C&A no Brasil são o alvo de maior interesse dos suecos, que há tempos estudam a entrada no país. Maior rede de varejo de moda do Brasil, com 210 lojas, a C&A enfrentou dificuldades em 2010, inclusive com falta de produtos nas lojas. De acordo com um executivo próximo à empresa, as operações foram normalizadas, e campanhas como as que levaram coleções de estilistas renomados e da modelo Gisele Bündchen para os cabides deram nova força à rede. Segundo um analista do mercado, a presença nacional da C&A e o tamanho de suas lojas se encaixariam perfeitamente no modelo da H&M. Oficialmente, as duas redes afirmam que não há nenhuma negociação em andamento. Um executivo da C&A no Brasil, que pede anonimato, confirma que representantes das empresas estão conversando. Comunidade Moda – Fonte: Revista Exame





É importante que uma empresa como a H&M entre no mercado brasileiro para acrescentar, afinal, temo marcas muito ricas e tradicionais, ha que se ter também uma coisa intermediária, não só de luxo vive o povo. O importante é que os profissionais da moda entendam que não é porque uma empresa de moda se faça de popular como a C&A, entenda que o “povão” tenha que se vestir mal. Há um tempo ela mudou o conceito, mas as indústrias que focam nesse público, judiam demais deles. O básico pode ser barato, as estampas normalmente são de muito mal gosto, e as cores idem. Há que melhorar o gosto daquele que não pode se vestir com marcas caras e ter a sensibilidade da noção do belo desenvolvida com o seu pode aquisitivo, vivendo em bons lugares, vendo desfiles, estudando moda, etc. É preciso olhar pela população de uma Nação e fazer dela uma gente de bom gosto.
É importante que uma empresa como a H&M entre no mercado brasileiro para acrescentar, afinal, temo marcas muito ricas e tradicionais, ha que se ter também uma coisa intermediária, não só de luxo vive o povo. O importante é que os profissionais da moda entendam que não é porque uma empresa de moda se faça de popular como a C&A, entenda que o “povão” tenha que se vestir mal. Há um tempo ela mudou o conceito, mas as indústrias que focam nesse público, judiam demais deles. O básico pode ser barato, as estampas normalmente são de muito mal gosto, e as cores idem. Há que melhorar o gosto daquele que não pode se vestir com marcas caras e ter a sensibilidade da noção do belo desenvolvida com o seu pode aquisitivo, vivendo em bons lugares, vendo desfiles, estudando moda, etc. É preciso olhar pela população de uma Nação e fazer dela uma gente de bom gosto.