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  • Cyro Del Nero

    História da Moda, Pesquisa de Moda, Tendencias e Inspiração

    02/08/2010

     

     

    Morreu na madrugada deste sábado (31), aos 78 anos, o cenógrafo brasileiro Cyro del Nero. Paulistano do bairro do Brás, ele criou cenas para diversas peças de teatro e óperas, além de ter um importante papel na TV brasileira.

    Ciro del Nero luntamente com Lívio Rangan, Alceu Penna, Caio de Alcantara Machado e do fotógrafo Otto Stupakoff foi responsável pela parte mais criativa e ativa da moda brasileira: Os famosos desfiles da Rhodia que em paralelo com a Fenit apresentaram nossa moda ao mundo. NUNCA MAIS FIZERAM COISA IGUAL - coloco a frase em negrito e em caixa alta por que quem sabe e participou desta história sabe disso. Este grupo lançou o tropicalismo, a fotografia de moda em revistas, trouxeram os grandes estilistas mundiais para o Brasil e difundiram nossa moda como ninguém mais fez. Eu iria entrevistar o Cyro, estava me programando pois não existe quase nenhuma referência desta parte da história foi uma pena que não me desculpo. O Cyro era um grande criador de marcas e na minha época de publicitário (junto com meu mestre e amigo Nestor Vergeiro que era muito amigo do Cyro) fizemos alguns trabalhos então pela Salles Interamericana hoje Publicis.

    Segundo sua assessoria de imprensa, a causa da morte foi insuficiência coronariana e ele deixa esposa e sete filhos.

    O velório de del Nero foi realizado na tarde deste sábado (31) na capela do Cemitério Primaveras, em Guarulhos. Seu corpo foi cremado às 17h no crematório do mesmo local, projetado por ele em 2004, com jardins de inverno que considerava “atemporais”.

    Del Nero foi considerado o melhor cenógrafo nacional da 5ª Bienal de Artes Plásticas de São Paulo e também era professor titular da Universidade de São Paulo dos cursos de cenografia e indumentária teatral na USP.

    Veja as aberturas de “Gabriela”, ao lado, e de “Vila Sésamo”,

     

     

     

    Além de passar pela TV Record, Tupi e Excelsior, ele foi diretor de arte da TV Globo e responsável por diversas aberturas de novelas, além de criar as aberturas, vinhetas e o cenário dos números musicais do “Fantástico” na década de 1970. Eles são considerados os primeiros videoclipes musicais produzidos no país.

    Dentre os seus trabalhos, merecem destaque as aberturas da novela “Gabriela” (1975) e do infantil “Vila Sésamo”.

    Também fez os logotipos do primeiro “Roberto Carlos Especial”, de 1974, do folhetim “O espantalho” (exibido na Record, em 1977) e da TV Bandeirantes. O desenho atual é uma variação do modelo criado por ele no começo dos anos 1980.

    Dentre os números musicais que produziu, “Gita”, de Raul Seixas, é marcante. Criado em 1974, ele serviu de modelo para todos os outros feitos pelo “Fantástico”. Pela inovação de “Gita”, o cenógrafo disputa com Nilton Travesso o título de “primeiro videoclipe brasileiro”.

    Dentre os seus trabalhos, merecem destaque as aberturas da novela “Gabriela” (1975) e do infantil “Vila Sésamo”.

    Também fez os logotipos do primeiro “Roberto Carlos Especial”, de 1974, do folhetim “O espantalho” (exibido na Record, em 1977) e da TV Bandeirantes. O desenho atual é uma variação do modelo criado por ele no começo dos anos 1980.

    Dentre os números musicais que produziu, “Gita”, de Raul Seixas, é marcante. Criado em 1974, ele serviu de modelo para todos os outros feitos pelo “Fantástico”. Pela inovação de “Gita”, o cenógrafo disputa com Nilton Travesso o título de “primeiro videoclipe brasileiro”

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