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  • MODA – ANOS 30 – HISTÓRIA DA MODA

    editorial, História da Moda, Sem categoria

    04/09/2013

    anos-30-2

    ANOS 30

    Tempos de Crise

    Após uma década de euforia, a alegria dos “anos loucos” chegou ao fim com a crise de 1929.

    A queda da Bolsa de Valores de Nova York provocou uma crise econômica mundial sem precedentes. Milionários ficaram pobres de um dia para o outro, bancos e empresas faliram e milhões de pessoas perderam seus empregos.

    Em geral, os períodos de crises não são caracterizados por ousadias na forma de se vestir. Diferentemente dos anos 20, que havia destruído as formas femininas, os 30 redescobriram as formas do corpo da mulher através de uma elegância refinada, sem grandes ousadias.As saias ficaram longas e os cabelos começaram a crescer.

    Os vestidos eram justos e retos, além de possuírem uma pequena capa ou um bolero, também bastante usado na época. Em tempos de crise, materiais mais baratos passaram a ser usados em vestidos de noite, como o algodão e a casimira.

    O corte enviesado e os decotes profundos nas costas dos vestidos de noite marcaram os anos 30, que elegeram as costas femininas como o novo foco de atenção. Alguns pesquisadores acreditam que foi a evolução dos trajes de banho a grande inspiração para tais roupas decotadas.


    A moda dos anos 30 descobriu o esporte, a vida ao ar livre e os banhos de sol. Os mais abastados procuravam lugares à beira-mar para passar períodos de férias. Seguindo as exigências das atividades esportivas, os saiotes de praia diminuíram, as cavas aumentaram e os decotes chegaram até a cintura, assim como alguns modelos de vestidos de noite.

    A mulher dessa época devia ser magra, bronzeada e esportiva, o modelo de beleza da atriz Greta Garbo. Seu visual sofisticado, com sobrancelhas e pálpebras marcadas com lápis e pó de arroz bem claro, foi também muito imitado pelas mulheres.
     

    Aliás, o cinema foi o grande referencial de disseminação dos novos costumes. Hollywood, através de suas estrelas, como Katharine Hepburn e Marlene Dietrich, e de estilistas, como Edith Head e Gilbert Adrian, influenciaram milhares de pessoas.Alguns modelos novos de roupas surgiram com a popularização da prática de esportes, como o short, que surgiu a partir do uso da bicicleta. Os estilistas também criaram pareôs estampados, maiôs e suéteres. Um acessório que se tornou moda nos anos 30 foram os óculos escuros. Eles eram muito usados pelos astros do cinema e da música.

     
    Em 1935, um dos principais criadores de sapatos, o italiano Salvatore Ferragamo, lançou sua marca, que viria se transformar em um dos impérios do luxo italiano. Com a crise na Europa, Ferragamo começou a usar materiais mais baratos, como o cânhamo, a palha e os primeiros materiais sintéticos. Sua principal invenção foi a palmilha compensada.

     

    Gabrielle Chanel continuava sendo sucesso, assim como Madeleine Vionnet e Jeanne Lanvin. A surpreendente italiana Elsa Schiaparelli iniciou uma série de ousadias em suas criações, inspiradas no surrealismo. Outro destaque é Mainbocher, o primeiro estilista americano a fazer sucesso em Paris. Seus modelos, em geral, eram sérios e elegantes, inspirados no corte enviesado de Vionnet. Assim como o corpo feminino voltou a ser valorizado, os seios também voltaram a ter forma.
     

    A mulher então recorreu ao sutiã e a um tipo de cinta ou espartilho flexível. As formas eram marcadas, porém naturais.Seguindo a linha clássica, tudo o que era simples e harmonioso passou a ser valorizado, sempre de forma natural. Os móveis de Jean-Michel Frank e André Arbus traduziam esse neoclassicismo, o auge do gosto pela vida e sua arte. Além disso, o estilo art-déco e a aerodinâmica norte-americana dominaram a década de 30.


    O surgimento de novos materiais, como a baquelita, uma espécie de plástico maleável, aliada ao novo conceito de modernidade, relacionada à aerodinâmica, fez surgir um novo design, aplicado a vários objetos e eletrodomésticos. A baquelita também foi amplamente utilizada para a fabricação de jóias leves, inspiradas em temas do momento.

     

    Raymond Loewy foi um dos designers mais bem-sucedidos dos Estados Unidos. Ele foi responsável pela remodelagem de diversos produtos, como a embalagem dos cigarros Lucky Strike e o logotipo da Shell.Alvar Aalto e Marcel Breuer foram outros importantes nomes do design da década de 30. Eles fizeram experiências com novas formas de madeira processada industrialmente, como a compensada.

    Nessa época, o termo prêt-à-porter ainda não era usado, mas os passos para o seu surgimento eram dados pela butique, palavra então muito utilizada que significava “já pronto”. Nas butiques surgiram os primeiros produtos em série assinados pelas grandes maisons.No final dos anos 30, com a aproximação da Segunda Guerra Mundial, que estourou na Europa em 1939, as roupas já apresentavam uma linha militar, assim como algumas peças já se preparavam para dias difíceis, como as saias, que já vinham com uma abertura lateral, para facilitar o uso de bicicletas.
     

    Muitos estilistas fecharam suas maisons ou se mudaram da França para outros países. A guerra viria transformar a forma de se vestir e o comportamento de uma época. Comunidade Moda | Texto por CLAUDIA GARCIA – Folha de São Paulo (Almanaque Folha) | Fotos: Pesquisa Comunidade Moda

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    29 respostas para “MODA – ANOS 30 – HISTÓRIA DA MODA”

    1. Raphael disse:

      A Saia é uma peça do vestuário mais utilizada por mulheres para cobrir apenas as pernas. Desde o princípio da história, a saia vem sendo usada pela humanidade devido ao seu modelo simples e sua grande utilidade. tudo nela é variavel, desde o comprimento ao material utilizado na sua confecção, dos adornos utilizados em sua decoração até sua forma (shape).
      De acordo com os padrões de uma época ou a moda, as saias podem ser mais compridas, mais volumosas ou mais justas
      É muito difícil saber quando que a saia começou a ser utilizada, mesmo porque há divergências quanto o que pode-se considerar saia. Desta maneira, iremos considerar qualquer vestimenta que cinje a parte inferior do corpo como um todo, sem divisão entre as pernas como tal. Logo, não é de se admirar que a primeira peça de roupa foi feita pelos humanos no período mesolítico e tratava-se de um pedaço de pele, sobra de alguma caçada, amarrada pela [[cintura], no formato de uma saia. Apesar deste passado tão remoto, o primeiro registro que algum destes antigos viventes da terra nos deixou de tal vestimenta é uma escultura suméria, que data de 3000 a.C. Princípio
      Devido a simplicidade de fabricação, não é de se admirar que mesmo depois dos sumérios, muitas outras civilizações utilizaram a modelagem da saia. Um exemplo disto é o Egito Antigo, que, até onde se sabe, só utilizava na parte inferior de suas vestimentas a saia, ou do poderosíssimo Império Romano, onde eram utilizadas túnicas que, na parte inferior, se assemelhavam às nossas saias modernas. Desta maneira, assim que este império se extinguiu, seus conquistadores começaram a absorver alguns de seus aspectos culturais, tais quais a vestimenta. Assim, as túnicas passaram a conviver com as bermudas, atadura e meias, se tornando a vestimenta padrão dos bárbaros por muito tempo, modificando-se muito pouco durante este período. A principal característica das roupas neste momento era a pouca diferenciação das mesmas entre os sexo. Na maiorias das tribos/reinos a veste dominante eram as túnicas, sendo que os homens costumavam utilizar as de “saia” mais curtas, fazendo par com meias, e as mulheres as mais compridas.
      Foi só no século XI que, em contato com a cultura oriental através (principalmente) das cruzadas, as roupas mudaram de maneira mais relevante. Além de trazerem para casa tecidos orientas, os quais eram muito mais refinados, os cruzados também trouxeram novos cortes, peças de roupa e “tecnologias”, como o botão. Se deparando com tantas novidades e histórias maravilhosas, as mulheres ocidentais começaram a mudar seu visual. As roupas se tornaram, paulatinamente, mais ajustadas no busto graças ao abotoamento lateral, as mangas se tornaram amplas no punho e muito compridas.
      Séc.XII ao Séc.XVIII

      Maria de Medici, rainha da França (pintura de 1593)
      Por volta de 1130, surge na vestimenta feminina uma nova peça: o corpete. Este ancestral do espartilho era feito bem justo até a altura dos quadris e dele saía uma saia ampla, a qual possuía pregas e podia tanto ter o comprimento na altura dos pés quanto ter até uma cauda. Isto obrigou as sobretúnicas a ficarem mais justas, o que começou a diferenciar de maneira mais clara as vestimentas femininas e masculinas, mas ainda sim não como veio a ocorrer mais tarde. Na segunda metade do séc.XIV, tomando a visão de muitos historiadores, o movimento de estética nas roupas ao qual damos o nome de moda inicia-se. Isto significa que, a partir de então, a parte mais endinheirada da sociedade nunca mais teve sossego tratando-se de vestimentas: as mesmas passaram a ficar defasadas com o passar de pouco tempo. Foi então que a vestimenta mais feminina que se conhece começou a ganhar forma: o espartilho. Junto a ele, usava-se uma saia ampla e comprida em pregas. Sobre tudo isto utilizava-se a contê-hardie, uma bêca semelhante a utilizada pelos homens. Durante um período deste século, foi moda que esta bêca não tivesse lados, ou seja, tivesse grandes aberturas laterais que permetiam entrever o vestido, o que causava um efeito interessante.
      Durante o fim do séc. XV e começo do XVI houve uma “germanização” geral na moda, a qual foi visível pelos abundantes recortes nas roupas masculinas (inspirados nos trajes dos Landsknecht alemãos). Já nas femininas, as quais não eram tão extravagantes quanto de seus companheiros, isto só era visto nas saias ricamente bordadas de seus vestidos de cintura apertadíssima. Já no séc.XVII a moda de usar uma única saia por baixo da túnica foi substituída pela que pregava várias saias utilizadas de maneira sobreposta a fim de dar volume. O espartilho continuou se desenvolvendo, mais ainda não havia se consolidado. O uso da bêca ainda era essencial sobre o vestido.

      Anna Maria de Medici (pintura de 1690)
      Importante ressaltar novamente que os únicos que tinham acesso à estas vestimentas “na última moda” era os integrantes da classe alta, ou seja, nesta época a aristocracia cortesã. No fim do séc.XVII e início do XVIII surge na nobreza francesa um novo rei, o qual perseguia um ideal de ostentação extrema. Este soberano foi Louis XIV, também conhecido como O Rei Sol. Neste contexto de opulência o espartilho encontrou terreno fértil para se desenvolver plenamente e as várias saias foram substituída pelo panier, uma armação geralmente feita de galhos de salgueiro que sustentava a saia superior. O panier aumentava a saia lateralmente a tal ponto que algumas delas chegavam a ter até 2 metros de largura. Sobre esta armação era colocada a anágua e sobre esta era utilizada as saia, que podia ser tanto aberta quanto fechada (divisão criada pelos historiadores atuais). As abertas possuíam uma abertura frontal que permitia a visualização da anágua, a qual era ricamente adornada, enquanto as fechadas eram inteiriças. Os principais tecidos para confecção destas saias eram o veludo, o musseline e os tecidos brocados e adamascados.
      Para sustentar todo este luxo era usada uma grande porcentagem da renda pública, o que ajudou a agravar a crise pela qual a França passava. Os camponeses e a emergente classe burguesa juntaram-se para que pudessem acabar com toda aquela ostentação que, no fim, era paga por eles. Foi assim que, em 1789 irrompe a Revolução Francesa, a qual mudou os rumos da história (e da moda). Logo após sua vitória, os burgueses (os quais possuíam grande admiração pela antiguidade clássica) se inspiraram nos gregos e romanos para construir sua “nova civilização” e a moda não escapou deste revival. As mulheres abandonaram o espartilho e começara a utilizar roupas mais leves e esvoaçantes. A cintura passou a ser logo a baixo do busto, o que é hoje conhecido por cintura império As saias desta época eram compridas e passavam a idéia de leveza.
      [editar] Séc.XIX e Belle Époque

      saia do século XIX
      Esta moda não durou muito e logo em 1820 o espartilho volta para a high fashion. Além dele, outras pequenas modificações ajudam a dar a impressão de cintura fina, dentre elas aumentar a amplidão da saia. A partir de 1830 a saia encurtou um pouco, ficando na altura no tornozelo, e a largura ficou ainda maior. Já em 1840 a saia voltou a crescer em comprimento e diminuir em volume, mas ainda sim permanecendo bem rodada, e a cintura abaixou um pouco. A prosperidade de da década de 1850 foi marcada pelo aumento exagerado das saias, que na primeira metade de década era obtido pelo uso de mais e mais anáguas, mas na segunda elas foram substituídas pela crinolina de armação. Esta fabulosa invenção consistia de uma saia com vários arames costurados, os quais davam a forma desejada à saia superior. Além de muito mais leve, a crinolina era muito mais prática e até ajudou a definir o “ponto erótico da década”: o suava balançar da saia produzido pelo andar da dama. A haute-couture começa nesta época, pelas mãos de Chales Frederik Worth.
      Na década de 1860 a crinolina deixa de ser um círculo perfeito a passa a ser mais comprido na parte de trás. Isto possibilitou que toda aquela armação fosse substituída pela anquinha posteriormente. A anquinha na mais é que uma armação que ficava nas costas, logo abaixo da cintura, e acentuava a curva do quadril dramaticamente. A diminuição desta curva e o rebaixamento da mesma são as principais mudanças do período de 1877 a 1883, assim como a diminuição do volume da saia, a qual ficou com um aspecto semelhante ao de um sino. A partir daí, a anquinha volta com tudo e ainda mais marcada do que antes; agora, após a cintura há, literalmente, um apoio perpendicular à mulher de aproximadamente 30cm. Na década de 1890 a anquinha desapareceu de vez e os vestidos ganharam definitivamente a forma de sino. Este padrão se manteve até aproximadamente 1910.
      É aí que surge Paul Poiret e revoluciona a maneira tradicional na qual eram feitos estes vestidos. Poiret criava inspirado nas vestimentas orientais e uma de suas criações mais célebres foi a saia Hobles, uma saia tão apertada que as mulheres foram obrigadas a usarem uma espécie de cinto nos joelhos a fim de andarem com passos menores e não estragarem suas saias. Todo o figurino de Poiret era muito suntuoso, cheio de penas, pérolas, bordados, apliques, pedras… Não foi despropositalmente que a tendência seguinte negasse tudo isto.
      [editar] Coquettes e Ladies (1920 a 1939)

      Modelo em 1920
      Na década de 1920, após passar por uma guerra, as mulheres queriam estar na moda sem ter seus movimentos tão privados pelas roupas. Foi neste contexto que surgiu Gabrielle Chanel, mais conhecida como Coco Chanel, a qual pregava a funcionalidade das roupas acima de tudo. Por isto, nesta década, as saias encurtaram de maneira nunca vista antes nas mulheres e o modelo mais utilizado era o reto. As calças também começara a serem usadas pelo sexo feminino aqui, porém de maneira que ainda não punha a soberania as saias em perigo. Após a crise de 1929, um desejo crescente de glamour e ostentação se instalou no subconciênte coletivo. O resultado disto foi uma moda cheia de cetim, veludo, jóias, peles e chapéus maravilhosos na década de 1930. As saias nesta época eram amplas e suntuosas ou no modelo lápis, mas todas compridas. Havia este consenso de romantismo no ar a ponto de o espartilho quase voltar, mas rompe a Segunda Grande Guerra e impede este plano.
      [editar] Segunda Guerra Mundial
      Novamente, as mulheres sofreram limitações horríveis e tiveram de substituir os homens no mercado de trabalho. Assim, uma moda mais funcional se instaura novamente. Saias mais curtas, simples, retas e que demandavam menos tecidos foram adotas em pouco tempo. Mesmo assim, a economia era tamanha que em muitos países, a única maneira de ter uma roupa que aparentasse ser nova era reformando as antigas para parecerem novas.
      [editar] New Look e minissaia

      Modelo usando minissaia.
      A guerra acabou em 1945 mas é só em 1947 que o novo shape do New Look se instaura. Em negação as privações da década anterior, o new look (o qual imperou por toda década de 1950 também) consistia-se de uma cintura bem marcada e a saia extremamente rodada. O comprimento costumava ser no meio da canela, mas para eventos mais importantes, tornava-se mais comprida. A geração do BabyBoom alcançou a adolescência na década de 1960, e assim exigiu sua própria moda. Desta maneira, a hegemonia da haute-couture e do padrão de beleza mais maduro foram derrubados pelo prèt-a-porte e pela moda jovem. Assim, a cintura abaixa e os comprimentos diminuem. As saias se tornam mais simples e funcionais e surge e minissaia. Provavelmente nunca saberemos ao certo se houve de fato um(a) inventor(a) da peça de roupa que foi um dos símbolos da liberação sexual dos anos 60. Sua autoria porém, é disputada tanto por Mary Quant quanto por Pacco Rabanne) ou mesmo por Helen Rose, que colocou em cena diversas minissaias no clássico sci-fi Planeta proibido.
      [editar] 1970 à contemporaneidade

      Uma micro-saia
      Na década de 1970, esta multidão de jovens, que estão naquele intervalo entre a adolescência e a fase adulta começam a luta por seus ideais. Neste contexto, surgem principalmente duas correntes de moda jovem: o psicodelismo, com saias curtas, extravagantes, coloridas e chamativas e o hippie, com saias longas estilo indiana e princesa. Na década de oitenta todo este idealismo é deixada para trás e surge um neo-conservadorismo, que pregava a volta dos trajes clássicos. A cintura voltou a seu lugar e aparece a saia baloné. Os Yuppies marcaram esta década como os principais adotantes deste estilo.

    2. bruna de oliveira disse:

      poxa vcs poderiam colocar como que era na antiguidade as roupas, como que as mulheres eram tradadas pelos maridos, como que ocorreu a moda na frança e o que que influenciou a frança aqui no brasil. bjao ♥

    3. bruna de oliveira disse:

      poxa vcs poderiam colocar como que era na antiguidade as roupas, como que as mulheres eram tradadas pelos maridos, como que ocorreu a moda na frança e o que que influenciou a frança aqui no brasil. bjao ♥

    4. Andresa disse:

      é muito boom esse texto me ajudou muito a fazer o meu trabalho
      parabéns é um texto bem feiito …!

    5. Andresa disse:

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    6. fabi disse:

      adorei o artigo♥ @—)—

    7. fabi disse:

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    8. Luana santos dos santos disse:

      Eu achei muito legal as roupas e os estilos. muito tri

    9. Luana santos dos santos disse:

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    10. Antonio Carlos Silva disse:

      Nao acredito que as imagens de modelos que demonstram neste site, são
      verdadeiras.
      Duvido que em 1930 se usavam mini-saias, como aparecem as modelos
      desfilando.
      Pesquisei Moda decada de 30.
      Antonio Carlos

    11. Antonio Carlos Silva disse:

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      desfilando.
      Pesquisei Moda decada de 30.
      Antonio Carlos

    12. joyce disse:

      adorei as roupas por serem antigas ao estao feias

    13. joyce disse:

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    14. jessica leoni disse:

      nossa vc é um genio da moda dos 30 adorei a matéria logo eu q sou apaixonada por moda !perfect!beautiful!

    15. jessica leoni disse:

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    16. elen disse:

      muito legal

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    18. layra disse:

      Adorei!

    19. layra disse:

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    20. Qwer disse:

      It´s good!
      I´m english and i undarstand it with a dictionary.
      Bye

      Qwer

    21. Qwer disse:

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    22. Qwer disse:

      understand*

    23. Qwer disse:

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    24. Eu disse:

      adorei o artigo, fiz todo o meu trabalho de moda com ele . :)

    25. Eu disse:

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    26. daniele disse:

      Adorei o artigo vou fazer meu trabalho baseada nele..

    27. daniele disse:

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    28. Janete Silva disse:

      Adorei o texto e as fotos…vou fazer meu trabalho de criação a partir dele…obrigado!!!!!!!!!!

    29. tudo com muito estilo luxo de Casimira cronica trabalho detalhado esses usaria tdskkkkkk

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