E Juliana Jabour da uma aula de coleção e pesquisa. Foi buscar as referências pós-queda do muro de Berlim (que no ano passado comemorou 20 anos). Mostra uma dualidade de dois mundos distintos que foi literalmente quebrado e unificado. Cria uma mulher forte e sensual. Flerta com o guarda roupas masculino mas com muito feminilidade. Abusa do militarismo pré-queda mas, com uma visão contemporânea, do pós que tornou a Alemanha de hoje a capital mundial da musica eletrônica (que DJ não quer ir para lá?) criando uma atmosfera pop com a utilização das legs bem coloridas (m0da forte no ultimo inverno na europa).
A cartela de cores tem um equilíbrio entre tons mais sóbrios como o funhh, militar e preto e tons constrastantes como verde malva, dourado, cereja e deep blue. Como material, utilzou o cetim de seda martelado, cotton, silk, gaze de viscose, georgete de seda, moleton, moletinho, pele sintética encerada, shantung, tricoline, tecidos com metal e tecido paetizado.
Abusou com propriedade dos acabamentos com ziper dourado e o tricot, ganhou destaque por meio de maxi-pulls, cardigans e cachecóis bordados. As boinas, meio militares, meio aeromoça dos anos 60, ganharam aplique de ziper, bordados e laços.
Juliana Jabour se tornou um estilista madura e moderna. Sua marca esta presente no Japão (aonde faz um tremento sucesso) e em Portugal. Participa de todas as feiras mundiais mostranto seu talento e ganhando seu espaço. Acredito que em breve elá estará desfilando no SPFW e não duvidem se ela não ganhar um espaço em algum desfile internacional. Alguns paradigmas que ainda persistem tem que ser quebrado em algum momento e a Juliana tem talento e criatividade para isso. Comunidade Moda – Paulo Fernando

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Luxo adoreiii
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