
É engraçado quando a gente se pega pensando em uma paixão ou ter a necessidade (ou saudades) daquela sensação quente e forte de estar apaixonado.
Lembro-me sempre de cheiros perfumados e do toque da mão de minha primeira paixão. Eu era ainda menino. Mas a recordação daquele momento que ela pegou na minha mão é uma doce recordação.
A paixão pode vir intensa, sem avisar, feito um tsunami que entra na sua vida, faz um arrastão, e se acaba deixando um estrago enorme do tipo sofri, mais fui feliz.
Pode vir discreta, serena e fazer você renascer, fazer você se cuidar mais, malhar, rejuvenescer.
Que seja infinita enquanto dure. Que dure enquanto for intensa e acreditarmos que será infinita.
Quando se for, que deixe saudades e marcas boas em nossa história.
Que seja tão boa, que nos faça acreditar que podemos nos apaixonar novamente. Que não seja apenas uma tendência e sim que se torne moda e uma moda tão forte que se eternize como um clássico da Chanel. Comunidade Moda – Paulo Fernando – Foto – “O Beijo” – Robert Doisneau
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